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domingo, 1 de julho de 2012

Celebrações na MOY YAT VING TSUN KUNG FU

Semana passada, foi uma semana de muitas Celebrações na Moy Yat Ving Tsun. No dia 28 Junho era Celebrado o aniversário do Grão-Mestre Moy Yat (1938-2001), data essa considerada auspiciosa pela familia Kung FU, que reunia seus principais discípulos a sua volta pra celebrar a união da familia. Grão-Mestre Moy Yat não esta mais entre nós, mas essa será sempre uma data lembrada por todos aqueles que tiveram a oportunidade de estar com ele. A Lider de Nosso Clã, Senhora Vanise Imamura, também celebrou seu aniversário junto a Familia Kung Fu e com seus principais discípulos. Como sendo uma data auspiciosa para a familia Kung fu, Mestre Leo Imamura e sua esposa escolheram essa data para realização de cerimônia de discipulado(Bai-si)na qual três novos membros se tornaram Membros Vitalicios.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Moy Yat Ving Tsun Kung Fu - Cerimônias em Brasília

No dia 09 de Junho de 2011 no Núcleo Brasília da Moy Yat Ving Tsun, foram realizadas as cerimônias de admissão e passagem de nível. A cerimônia ocorreu nas instalações do Núcleo Brasília e depois foi celebrado no Restaurante China na quadra 103 sul.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mestre Leo Imamura palestra na USP


Arte Marcial Chinesa: Cultura em Movimento

No dia 11 de abril de 2012, Mestre Leo Imamura ministrou uma palestra sobre Ving Tsun para os Alunos de Educação Fisica da USP(universidade de São Paulo).
Nessa palestra Mestre Leo Imamura falou sobre os diversos aspectos dessa arte marcial chinesa(Kung Fu), desde sua Herança Genealogica a conceitos Tecnicos que envolvem a sua pratica.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Brasília Celebra o aniversário do Mestre Leo Imamura



No ano de 2006, o Núcleo Brasília da Moy Yat Ving Tsun (liderado por Mestre Nataniel Rosa) celebrou pela primeira vez o aniversário do Mestre Leo Imamura.
Seis anos se passaram, e mais uma vez nossa cidade teve a honra de Sediar esse evento.
Esse evento também contou com a participação do Mestre: Anderson Maia (Belo Horizonte), Julio Camacho (Rio de Janeiro), Washington Fonseca (São Paulo) e celso Grande (São Paulo).

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

MOY YAT VING TSUN BRASILIA



Somos uma das poucas entidades representativas das Artes Marciais Chinesas do mundo, reconhecida pelos principais organismos de pesquisa e preservação do Sistema Ving Tsun Kung Fu, tendo-se destacado pela excelência de sua transmissão, e agora acessível a você em Brasília, Asa Sul.


· Ving Tsun Athletic Association: Primeira entidade histórica de Artes Marciais de pesquisa e preservação do Sistema Ving Tsun. Fundada na cidade de Hong Kong (China) pelo Patriarca Ip Man, em 1968.

· Yip Man Martial Art Athletic Association: Segunda entidade histórica de Artes Marciais de pesquisa e preservação do Sistema Ving Tsun. Também fundada na cidade de Hong Kong (China) pelo Patriarca Ip Man, em 1972.

· Moy Yat Ving Tsun Special Student Association: Principal entidade de pesquisa e preservação do Sistema Ving Tsun no continente americano. Fundada na cidade de New York (EUA) por Grão-mestre Moy Yat, em 1974.

 · International Moy Yat Ving Tsun Federation: Nova denominação da Moy Yat Ving Tsun Special Student Association após a aposentadoria oficial de seu líder. Fundada na cidade de New York (EUA), em 1996.

· Ip Man Museum: Único órgão oficial chinês de pesquisa e preservação do Sistema Ving Tsun. Fundado na cidade de Foshan (China) pelo governo chinês, em 2002.

Nosso exclusivo Programa de Inteligência Marcial configura-se como um dos mais inovadores instrumentos para compreender como o pensamento estratégico chinês pode auxiliar o homem contemporâneo a enfrentar os desafios do mundo globalizado e agora canalizado para a sociedade de Brasília, através dos intensos esforços do Mestre Nataniel Rosa.

Celebração do aniversário da lider do Clã Moy Yat



No dia 30 de novembro de 2011 a comítiva Brasileira parte pra New York com o objetivo de participar da celebração do aniversário da Lider do Clã Moy Yat.
A Senhora Helen Moy esposa do falecido Grão Mestre Moy Yat, celebrou seu aniversário em um restaurante no bairro do Queens - NY, essa festa contou com a presença de inúmeras lideranças de nosso clã.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

EDUCAÇÃO FISICA E ARTES MARCIAIS: POR UMA APROXIMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL

As lutas, as artes marciais e as modalidades esportivas de combate implicam um verdadeiro “mosaico”ou “espectro”de manifestações corporais da cultura contemporanea. A diversidade e a pluralidade dessas manifestações podem ser evidenciadas nas mais distintas instâncias da vida social e cotidiana. Como exemplificação, podemos identificar programas e praticas sócio-educativas em âmbitos como clubes, academias, insttitutos, escolas, empresas, organizações não governamentais e, com especial destaque, nas políticas públicas de educação, lazer e esporte.
Assim sendo, podemos inferir que o universo das lutas e artes marciais está engendrando na contemporaneidade com ampla projeção social, o que, por sua vez, favorece um deslocamento do reconhecimento público do campo do “exótico” para os domínios do senso comum.
Elucidando melhor, aquela imagem de homens com dotes físicos extraordinários, com habilidades acrobáticas espetaculares, ou seja, uma realidade a ser disposta para poucos, cada vez mais, vai sendo substituido por algo bem mais próximo e acessível do cidadão e da cidadã comum. Na medida em que a presença dessas praticas sociais se constitui como promessa de desenvolvimento e progresso humano para crianças, adolecentes, adultos e idosos, as idéias e representações sobre essas mesmas se consubstanciam como patrimônio ou objeto relevantes da cultura.
Entretanto, ainda que possamos identificar a crescente popularização dessas manifestações, o referido processo não está destituido de ambivalências e contradições. As questões relativas ao ensino e aprendizagem das lutas e artes marciais, os processos de desenvolvimento técnico e tático, os procedimentos organizacionais e administrativos, além das dimensões éticas e humanistas, expressam alguns elementos ou contextos que, de forma muito recorrente, são “grávidos” de paradoxos, contradições, crises e possibilidades.
No que tange os atores sociais diretamente envolvidos com as realidades das L/AM/MEC, temos atletas, alunos, discípulos, técnicos, professores, mestres, administradores, gestores e legisladores.
Tomando a esfera do mundo produtivo que inclui sites, revistas, materiais esportivos, empresas de eventos e espetáculos esportivos/combate,
identificamos um grau premente de inserção e articulação dessas instancias junto ao enredo global, desafiando as fronteiras do tempo e do espaço, ou seja, estamos diante de um fenômeno globalizado e globalizador. O desenvovimento das lutas e artes marciais depende entre uma multiplicidade de condicionantes, dos avanços provenientes da elaboração de conhecimentos científicos e técnicos, além do inexorável fomento e preparo dos seus múltiplos agentes.
Sendo assim, dada a inquestionável presença desses fenômenos no cotidiano, se torna imperativo a problematização da qualidade e da pertinência dos programas de L/AM/MEC, especialmente quando as promessas de inclusão social e cidadania são “aderidas”como justificativas para inserção dessas práticas junto ás políticas públicas de educação e cultura. A presença das L/AM/MEC junto aos Parâmetros curriculares Nacionais (PCN) e na PROPOSTA CURRICULAR de EDUCAÇÃO FISICA DO ESTADO de SÃO PAULO, indicam que a temática é digna e passivel de se constituir em conteúdo do processo de escolarização. Não obstante, constatamos também a presença dessas atividades como parte das estratégias de “risco social” uma vez que se pressupões que as referidas manifestações são constituidas de um valor intrínseco”do ponto de vista educativo.
Também não é nada desprezível, a inserção destas atividades junto ao MOVIMENTO OLIMPICO, com especial destaque, a expressão com essas modalidades ocupam no cenário esportivo brasileiro.
Entretanto, medidas tantas assertivas e pressupostas, se torna indispensável uma problematização na direção dos dominios do senso comum. Nessas perspectiva, mensagens amplamente veiculadas com; “as artes marciais são milenares”, “são originárias do oriente”, possuem filosofia”, “disciplinam as almas e corpos das pessoas”, fazem bem para a saúde”, servem como defesa pessoal eficaz”; precisam ser escrutinadas pela razão e pelo compromisso de uma política de educação e cultura fundamentada pela rigorosidade epistemológica (conhecimento critico).
Um proposição dessa natureza se justifica pela propensão dos programas de atividade física e de artes marciais serem passíveis de manipulação ideológica, a partir de interesses mercantis e corporativos.
Em outras palavras, as L/AM/MEC não podem se constituir em panacéia ou proposta de redenção de problemas cmo violência urbana, indisciplina ou delinquência juvenil, prevenção de doenças fisicas e ou mentais etc…. Por analogico, comumente essa mesma linguagem é mobilizada em relação aos “pretensos beneficios do esporte”.
Contudo, cabe aqui sublinhar, que mesmo essas promessas associados de forma discutível frente aos “ganhos” das praticas esportivas ou marciais, existem possibilidades de uma intervenção qualificada a partir dessas manifestações por parte múltiplos agentes sócio-educacionais na direção do desenvolvimento humano.É importante lembrar que as lutas e artes marciais não foram necessariamente criadas para crianças, adolescentes e jovens em determinadas modalidades ou estilos. Também convém observarmos que, muitas manifestações não se estruturaram a partir do conceito de cidadania presente em nossa cultura. A noção de saúde e bem estar não se coadunam inteiramente com as concepções contemporânes de medicina. As tecnícas corporais e sua respectivas pedagogias são orientadas em suas “especificidades” e finalidades a partir de proposituras muito distintas, sobretudo, aquelas destinadas para “finalizar seus oponentes”, “subjugá-los”ou
ïncapacita-los”mediante um confronto ou combate.
As questões acima mencionadas nos obrigam a pensar sobre a “pedagogia do movimento” no contexto das L/AM/MEC. A sociedade atual exige uma atualização didática e metodológica para o cidadão e cidadã da contemporaniedade. As artes marciais na escola, na empresa na ONG, nos centros esportivos, no clube, na academia, na clinica, na escola de “EDUCAÇÃO INFANTIL” nas politicas de educação, esporte e lazer, clamam por ressignificação e contextualização desses fenomenos.
Um processo dessa natureza, face á relevância e as possibilidaes de interferência positiva sobre a formação do sujeitos envolvidos com essas práticas, pressupõem diagicidade critica e solidária entre todos aquels que precisam e elaboram as L/AM/EC.
Ponderenado as argumentaçoes dispostas anteriormente, nos deparamos também de forma frequente com educadores e educadoras, mobilizando grupos diversos no seu aperfeiçoamento moral, fisico, emocional e cultural a partir de uma utilização coerente e consistente de sistemas corporais de “combate simbólico” (L/AM/MEC) como instrumentos privilegiados de investimento nas inteligências e sensibilidades humanas.
A elaboração histórica das diferentes modalidades de L/AM/MEC se deve, sobremaneira, ás contribuições de diferentes atores sociais.
A diversidade humana, neste caso, se impõe com vigor e premência como fenômeno, de forma que multiplicidade das formas e linguagens de expressão corporal se situe no dinamismo da historicidade humana.
Assim sendo, esse patrimônio cultural implica conhecimentos de diferentes procedências, que vão desde os fundamentos empíricos técnicos e práticos; passando pela dimensão estética, subjetiva e intuitiva; e recebendo as contribuições do imperativo cientifico. Enfim o referido campo social, é produto de elaboração coletiva e de dominio público, o que nos convoca para o reconhecimento das contribuições multilaterais (não sendo propriedade exclusiva de ninguém!). Sob essa ótica, entendemos que uma aproximação acadêmica, profissional e plural, seja condição indispensável para elaboração de uma “pedagogia das Artes Marciais” apropriada as demandas ao mundo atual.
A partir dessas premissas, dada magnitude com que esses discursos e ações vêm tomando, nos disponibilizando para uma reflexão sobre a responsabilidade premente e inerente do processo de preparação de recursos humanos para planejamento, organização, intervenção e pesquisa nessa esfera cultural. Essas questões nos impulsionam para a proposição do II fórum Paulista de Artes Marciais, que por ora se inicia.