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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Ving Tsun (Wing Chun) Experience em Brasília - DF

 Ving Tsun (Wing Chun) Experience em Brasília - DF 





                                                              Foto Oficial do Evento 

Nos dias 17 a 19 de junho de 2016 Grão-Mestre Leo Imamura esteve em Brasília para ministrar o seminário de Titulação do Ving Tsun (Wing Chun) Experience dos níveis 02 e 03.
Esse valioso instrumento do Programa Moy Yat Ving Tsun de Inteligencia Marcial tem como objetivo preparar de modo apropriado os futuros descendentes do Patriarca Moy Yat para o acesso ao Sistema Ving Tsun (Wing Chun).
O seu idealizador ( Patriarca Moy Yat), vislumbrou a necessidade de preparar o homem moderno para essa arte clássica Chinesa conhecida como Ving Tsun (Wing Chun).


                                                         Grão-Mestre Leo Imamura 



Ving Tsun (Wing Chun)  é um sistema de Kung Fu. Atribui-se à Fundadora Yim Ving Tsun a sua integralização em seis domínios - Siu Nim Tau, Cham Kiu, Biu Ji, Mui Fa Jong, Luk Dim Bun Gwan e Baat Jaam Do - representados por listagens de dispositivos corporais de combate simbólico.


O emprego de dispositivos corporais para a constituição das listagens de um sistema, visando o desenvolvimento do Kung Fu, parece natural se for considerado que a experiência corporal é a mais próxima, a mais íntima, a mais direta e aquela que se pode menos duvidar para frustrar a atividade dicotômica do pensamento, que petrifica a fluidez de uma tendência e impede que se perceba os sinais ínfimos da transformação que está por vir.
Por sua vez, desde os tempos remotos, os chineses valorizam a simbologia do combate como uma experiência de premência de morte que potencializa a capacidade de dois polos opostos se complementarem.


Concebidos a partir de uma conduta feminina, Chi Jit, os dispositivos corporais de combate simbólico, chamados de Jiu Sik, possibilitam desenvolver uma capacidade de adaptação que transforma o adversário no próprio potencial a ser explorado em um conflito.
A determinação de seis elementos, em vez de limitativo, nesse contexto, pode ter um significado de algarismo extremo, que vai até o extremo da mudança. Desde os tempos mais remotos, os símbolos foram associados a números. Ao associar os seis domínios do Sistema Ving Tsun (Wing Chun) com os hexagramas do Yi Ging, pode-se retomar a antiga ideia de associar um hexagrama a um sistema. 



O ordenamento existente entre os seis domínios do Sistema Ving Tsun, além de apontar a evolução de sua complexidade relacional, indica também a distinção de quatro modalidades um conjunto de homogêneos, composto pelos três primeiros, cujos nomes não explicitam a modalidade a que pertencem o kuen Faat -, a não ser por ausência de elementos externos; e um conjunto de heterogêneos, cujos nomes contêm referência explícita à modalidade em que se incluem, quais sejam: Jong Faat, Gwan Faat e Do Faat.
A relação da estrutura hexagramática e a arquitetura de uma situação faz-se a partir do momento que dois trigramas são identificados e assim dois centros, ou dois meios, são percebidos. É, por variação entre eles, que a “mudança” pode se produzir. Assim, contrariamente à fixação a que levaria qualquer monopolização devida a um centro único, a lógica de toda situação é a de uma regulação que, variando de um polo a outro, como aqui entre os dois centros do hexagrama, permite que o desdobramento vá até o fim do caminho tomado.


Essa duplicidade trilógica, promovida pelo hexagrama, enseja três fases, cujo conjunto é conhecido por “Sau, Poh, Lei”. Sau pode significar aceitar, manter, mas o Patriarca Moy Yat (9GVT) foi enfático: Sau, neste caso, quer dizer obedecer. Poh é romper em pedaços, para que possa ser investigado. Lei que quer dizer separar. Essas fases que potencializarão o Ving Tsun (Wing Chun) como um sistema de desenvolvimento de Kung Fu.
A função de um sistema de Kung Fu é estabelecer, em cada domínio, uma tipologia das disposições particulares que tem sido reconhecidas como as mais apropriadas para o desenvolvimento da excelência em uma determinada manifestação artística e cuja a experiência tem sido provida de mestre a discípulo, de geração a geração, como um legado familiar. 




quinta-feira, 19 de maio de 2016

Noite de Cerimônias em Brasília - DF


No sábado, dia 14 de maio, a Familia Moy Na Tan do Clã Moy Yat Sang da linhagem de Moy Yat realizou em suas dependências as cerimônias de admissão em sua familia kung fu  bem como a de acesso aos Domínios do sistema Ving Tsun (Wing Chun).

O objetivo destas cerimonias é de reconhecer os descendentes do Patriarca Moy Yat, bem como legitimar o acesso dos mesmos ao legado pertencente a esse clã.













quarta-feira, 21 de outubro de 2015

International Seminar - With Master Leo Imamura (Atlanta, Georgia)



                                                                         Master Leo Imamura 


Nowadays, he provides around 50 seminars  yearly in a different cities of North America and South as well as Europe. 
On December 19th, 2015, Master Leo Imamura will give a unique  seminar in Atlanta, Georgia.
Following the invitation of Master Wayne Belonoha (Leader of  Wai's Kung Fu), Master Leo Imamura will give a lecture which is open to the martial arts community of Georgia and surrounding states.

We would like to invite everyone to participate in this event. It promises to be a great Ving Tsun (Wing Chun) experience, even for those who are practitioners of other arts and the general public.

For more information: 




quarta-feira, 6 de maio de 2015

Video - Uma Noção sobre Kung Fu através do Ving Tsun (Wing Chun) Experience. Entrevista com Mestre Leo Imamura





http://www.vingtsunbrasilia.com.br

http://www.vingtsunsaopaulo.com.br

http://myvt.org

O elemento fundamental para entendermos o processo de aprendizado é a relação entre o  "Mestre e seu Discípulo”,sendo esta relação de convívio e não apenas de mera formalidade numa sala de aula, como a relação professor e aluno.
Uma relação de convívio entre duas pessoas, na qual uma delas, não seria apenas um Mestre que foi titulado por uma federação ou instituição. Mas sim uma pessoa que tem o domínio do processo que chamamos de Kung-Fu e que o discípulo tenha a possiblidade e a disponibilidade de conviver com esse determinado Mestre.
Mas será que o homem moderno tem esse tempo disponível para esse tipo de convívio?
Qual foi o instrumento elaborado por Grão-mestre Moy Yat , para ajudar o homem moderno a entender e valorizar a relação entre o Mestre e o Discípulo?
Em quais contextos esse instrumento pode ser utilizado?
Para falar sobre esse tema tão interessante convidamos o Mestre Leo Imamura.
Acompanhe no video abaixo:









terça-feira, 14 de abril de 2015

Video - Um olhar sobre a China - Estudo sobre os Sinólogos - 2ª Parte.










Nesta segunda parte do video (Um olhar sobre a China - Estudo sobre os Sinólogos), Mestre Leo Imamura fala da importância desses sinólogos no processo de entendimento de uma cultura tão distante da nossa, e a importância de poder explicar para a sociedade formal o trabalho feito pelas Artes Chinesas em especial no nosso caso as que envolvem o aspecto Marcial.
E como estes sinólogos conseguem trazer uma excelente riqueza de interpretação em termos de linguagem em relação ao pensamento estratégico. Trazendo uma grande contribuição para o entendimento do Kung Fu, não como arte marcial, mas como um processo voltado ao desenvolvimento  da Inteligência Estratégica.


Isso e muito mais vocês poderão ver no video abaixo:







terça-feira, 31 de março de 2015

Video - Um olhar sobre a China - Estudo sobre os Sinólogos - 1ª parte

Entrevista com Mestre Leo Imamura



http://www.vingtsunbrasilia.com.br

http://myvt.org

http://www.vingtsunsaopaulo.com.br

Nesta entrevista, Mestre Leo Imamura fala sobre a importância desses sinólogos para o entendimento das Artes Marciais e de como isso se torna importante para a preservação de um legado como o     Ving Tsun (Wing Chun)

O início da sinologia se deu quando da penetração de missionários do ocidente, tal como o Padre Iakinf, o Padre Matteo Ricci, S.J., o Padre Michele Ruggieri, o PadreAdam Schall, S.J. e outros que foram à China para estudar o idiomacultura e crenças.
Esses missionários traduziram partes dos textos clássicos chineses ao latim e a outros idiomas do ocidente e a Bíblia ao chinês. Eles também escreveram muitas cartas desde a China, as quais eram lidas com grande interesse pois naquela época a China começou a ser considerada política e economicamente interessante.
Nos séculos XVIII e XIX, outros missionários, como James Legge (1815-1897), despenderam consideráveis esforços na tentativa de convencer universidades ocidentais a adotar a sinologia como uma disciplina curricular. Aos poucos os estudiosos não religiosos se tornaram a maioria, superando os missionários. No século XX, aos poucos, a sinologia veio adquirir força e se tornar em uma presença notável nas universidades do mundo ocidental.
Pode-se dizer que a sinologia organizou-se em escolas distintas, vinculadas aos seus países de origem ou língua. A corrente anglófona teve entre seus grandes expoentes o já citado James Legge, Arthur Walley (tradutor), Joseph Needham (História das Ciências), Michael Loewe (História da China Antiga), William Watson(Arqueologia) além dos atuais William T. De Bary (tradutor e ensaísta), Burton Watson (tradutor) e Jonathan Spence (China Moderna). Embora não de modo absoluto, a principal característica desta corrente consiste na abordagem econômica da história, separada da tentativa literária de tradução dos clássicos (com exceção de Needham).
Entre os franceses, destacaram-se Henri Cordier (Historiador), Seraphin Couvreur (tradutor), Henri Maspero (historiador das religiões chinesas), Marcel Granet(introdutor do método sociológico na sinologia moderna, antecedendo em décadas as modernidades da Escola dos Analles), e os atuais Jacques Gernet (historiador),Anne Cheng (historiadora do pensamento chinês) e François Jullien (sinólogo e intérprete do pensamento chinês para o Ocidente). Os franceses preferiram uma abordagem mais culturalista e filosófica, sendo - nas palavras de Lin Yutang - os que melhor se aproximaram do pensamento chinês.








segunda-feira, 23 de março de 2015

O Clã Moy Yat Sang celebra o aniversário de Mestre Leo Imamura


Mestre leo Imamura Celebra seu aniversário na cidade do Rio de janeiro 




http://www.vingtsunbrasilia.com.br

Um dos eventos mais importantes do ano é o aniversário do líder da família Kung Fu. A família Moy Yat Sang, após a outorga dos primeiros Mestres, se tornou um clã.
Atualmente todas a famílias ligadas a esse clã se reúnem, anualmente, para celebrarmos o aniversário de nosso Líder, Mestre Leo Imamura.
A Cada ano, um dos núcleos da Moy Yat Ving Tsun, se responsabiliza por sediar a festa.
Neste ano de 2015, os núcleos existentes na cidade do Rio de Janeiro preparam todas as festividades que comporão essa celebração.


No video abaixo, vocês poderão ter uma ideia de como foi essa reunião das famílias Kung Fu para essa celebração.